Sobre as denúncias com relação as mazelas que o excesso de trabalho nas tipografias poderia causar, destacamos um artigo do jornal O Graphico.
"Sebos
e fregos onde se procura imitar a arte tipográfica, com grande prejuízo da
estética e a competente exploração de menores, há os em quantidade infelizmente
bastante numerosa, e assim, esses menores que mal sabem as primeiras letras do
alfabeto, e, na generalidade, muito menos gramática, são atirados em oficinas
sem luz nem espaço, verdadeiras furnas, onde a tuberculose destrói o organismo,
e a educação é a pior possível pois há patrões que chamam os operários por
nomes obscenos, e indignos de ser proferidos em um lugar onde se pratica o
trabalho; apar de tudo isso que aprendizagem podem ter esses menores?"
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